Eu vou no Couto Pereira
Só pra ver o COXA jogar
Quando chego no Alto da Glória
A maior torcida está lá
E COXA sai na frente
Com um golaço do meio da cancha
O estádio todo treme
Com a torcida COXA-BRANCA.
Jandir Bianco, 22/02/2004
Esse blog é dedicado a Jandir Bianco. Grande homem, grande marido, grande pai e grande amigo.
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domingo, 11 de novembro de 2012
domingo, 4 de novembro de 2012
Sonho Maluco
I
Esses dias tive um sonho
Fiquei meio embaraçado
Sonhei que tinha morrido
Pro céu tinham me levado
Mas quando cheguei lá em cima
Tinha gente pra todo lado
Fizeram uma grande festa
Só porque eu tinha chegado
II
Eu tava todo perdido
Sentei na primeira mesa
Pensei que era um restaurante
Pedi logo uma cerveja
Veio um barbudo e disse:
"Aqui é lei seca com certeza!"
Só pode rezar e cantar
Mas não pode ter tristeza.
III
Perguntei quem ele era
Me respondeu com firmeza
Eu sou Raul Seixas
Canto o Maluco Beleza
E já comecou a cantar
Aí foi só felicidade
O Belermino e a Gabriela
Cantaram As Mocinhas da Cidade
IV
Daí saiu a Cana Verde
Cantada pelo Tonico
Só que ele "tava" sem viola
Aí veio o Luiz Gonzaga
Tocando a Asa Branca
Escutei o Cio da Terra
Sem a voz do Pena Branca
V
Mais adiante tinha dois
E eu fui chegando perto
Então fiquei de boca aberta
Mas continuie na minha
Pra poder ficar ouvindo
Gildo de Freitas e Texeirinha
VI
Tava na hora de acordar
Eu falei que vinha embora
Não queriam me deixar
Eu disse: "Volto outra hora."
Mas quando me acordei
Levei um susto danado
O quarto estava em silêncio
Ai tratei de ficar acordado.
Jandir Bianco, 13/02/2001
Esses dias tive um sonho
Fiquei meio embaraçado
Sonhei que tinha morrido
Pro céu tinham me levado
Mas quando cheguei lá em cima
Tinha gente pra todo lado
Fizeram uma grande festa
Só porque eu tinha chegado
II
Eu tava todo perdido
Sentei na primeira mesa
Pensei que era um restaurante
Pedi logo uma cerveja
Veio um barbudo e disse:
"Aqui é lei seca com certeza!"
Só pode rezar e cantar
Mas não pode ter tristeza.
III
Perguntei quem ele era
Me respondeu com firmeza
Eu sou Raul Seixas
Canto o Maluco Beleza
E já comecou a cantar
Aí foi só felicidade
O Belermino e a Gabriela
Cantaram As Mocinhas da Cidade
IV
Daí saiu a Cana Verde
Cantada pelo Tonico
Só que ele "tava" sem viola
Aí veio o Luiz Gonzaga
Tocando a Asa Branca
Escutei o Cio da Terra
Sem a voz do Pena Branca
V
Mais adiante tinha dois
E eu fui chegando perto
Então fiquei de boca aberta
Mas continuie na minha
Pra poder ficar ouvindo
Gildo de Freitas e Texeirinha
VI
Tava na hora de acordar
Eu falei que vinha embora
Não queriam me deixar
Eu disse: "Volto outra hora."
Mas quando me acordei
Levei um susto danado
O quarto estava em silêncio
Ai tratei de ficar acordado.
Jandir Bianco, 13/02/2001
domingo, 21 de outubro de 2012
Um Passeio Inesquecível
I
Saí pra fazer um passeio
Voltei muito admirado
Fui na casa de um colono
Pras bandas de Cruz Machado
Fica ali na Linha União
Pertinho do alagado
Fui muito bem recebido
E muito melhor tratado
II
Quando chegamos lá
O carro com o tanque furado
Derramando gasolina
Eu fiquei apavorado
Mario pois uma bacia
O combustível foi aparado
Deitou em baixo do carro
A mangueira tinha rasgado
Não demorou cindo minutos
O tanque estava arrumado
III
O Moacir que nos levou
Foi fazendo apresentação
Minha mãe Dona Hermelinda
Meu pai se chama Simão
A Eva é minha irmã
O Mário é meu irmão
O Gabriel é meu sobrinho
Esse vai dar "guri" bom
IV
Na hora de vir embora
Eu fiquei encabulado
Tantas coisas que ganhamos
O carro ficou lotado
Me deram frango caipira
Milho verde ensacado
Tinha pera e requeijão
Melão e salame defumado
Quero agradecer aos Andrews
E dizer muito Obrigado.
Jandir Bianco, 27/04/2003
Saí pra fazer um passeio
Voltei muito admirado
Fui na casa de um colono
Pras bandas de Cruz Machado
Fica ali na Linha União
Pertinho do alagado
Fui muito bem recebido
E muito melhor tratado
II
Quando chegamos lá
O carro com o tanque furado
Derramando gasolina
Eu fiquei apavorado
Mario pois uma bacia
O combustível foi aparado
Deitou em baixo do carro
A mangueira tinha rasgado
Não demorou cindo minutos
O tanque estava arrumado
III
O Moacir que nos levou
Foi fazendo apresentação
Minha mãe Dona Hermelinda
Meu pai se chama Simão
A Eva é minha irmã
O Mário é meu irmão
O Gabriel é meu sobrinho
Esse vai dar "guri" bom
IV
Na hora de vir embora
Eu fiquei encabulado
Tantas coisas que ganhamos
O carro ficou lotado
Me deram frango caipira
Milho verde ensacado
Tinha pera e requeijão
Melão e salame defumado
Quero agradecer aos Andrews
E dizer muito Obrigado.
Jandir Bianco, 27/04/2003
domingo, 30 de setembro de 2012
Tributo ao Bar da Irene
I
Amigos que estão presentes
Eu quero pedir licença
E agradecer sua presença
E também sua atenção
Eu escrevi alguns versos
Parte do nosso universo
Do Alto Boqueirão
II
Eu falo do Bar da Irene
Conjunto Euclides da Cunha
Não precisa testemunha
O ambiente é salutar
A gente encontra os amigos
Tomamos aperitivos
E todos voltam pro seu lar
III
O Bar já é tradicional
A Irene e o Aparecido
Hoje mulher e marido
Atendendo a clientela
O Cido vai servindo
E a Irene diz "Vão engolindo"
E todos vão molhando a goela
IV
Chega o final de semana
A a turma delhe trago
Só ve o tamanho do estrago
Quando chega a segunda-feira
Acorda ainda de ressaca
Daí é chá de boldo e alfavaca
E sem dinheiro na carteira
V
Meu agradecimento a todos
Vizinhos que estão presentes
Além dos dois proprietários
Também aos outros clientes
Mas agora tenho que ir
Fica abraço do Jandir
De lembrança pra essa gente
Jandir Bianco, 13/12/2005
Amigos que estão presentes
Eu quero pedir licença
E agradecer sua presença
E também sua atenção
Eu escrevi alguns versos
Parte do nosso universo
Do Alto Boqueirão
II
Eu falo do Bar da Irene
Conjunto Euclides da Cunha
Não precisa testemunha
O ambiente é salutar
A gente encontra os amigos
Tomamos aperitivos
E todos voltam pro seu lar
III
O Bar já é tradicional
A Irene e o Aparecido
Hoje mulher e marido
Atendendo a clientela
O Cido vai servindo
E a Irene diz "Vão engolindo"
E todos vão molhando a goela
IV
Chega o final de semana
A a turma delhe trago
Só ve o tamanho do estrago
Quando chega a segunda-feira
Acorda ainda de ressaca
Daí é chá de boldo e alfavaca
E sem dinheiro na carteira
V
Meu agradecimento a todos
Vizinhos que estão presentes
Além dos dois proprietários
Também aos outros clientes
Mas agora tenho que ir
Fica abraço do Jandir
De lembrança pra essa gente
Jandir Bianco, 13/12/2005
domingo, 23 de setembro de 2012
Esse é o Meu Compadre
I
Eu tenho um compadre que era caçador
Virou pescador por causa da lei
Anda por aí a pescar lambarí
Se pega alguma coisa não sei
II
Quase todo dia sai de madrugada
Mochila pesada, sempre a pedalar
Quando a tarde chega sem pressa
Ele regressa feliz para o lar
III
A minha comadre já está esperando
Que o compadre chegue para os dois jantar
Ele chega pedindo pra ele
Uma gamela pra poder se lavar
IV
Lava as mãos o rosto e penteia o cabelo
E ela com zelo lha traz a toalha
Ele se enchuga e fica contente
Janta e novamente vai ajeitar a "tralha"
V
Amahã cedinho ele vai novamente
Feliz e contente pra outro lugar
Ele vive a vida com muita alegria
Nas suas pescarias sem se preocupar
VI
Quando esta pescando está se divertindo
Ele vive rindo e vai pescar sozinho
Toda pescaria é uma aventura pra ele
Mas é dura pros "lambarinhos"
VII
Quando o dia clareia bem cedo
Os lambaris com medo, veem ele chegar
Sabem que a noite a banha é quente
E vão direto pros dentes
Se não souberem se cuidar
Jandir Bianco, 08/05/2005
Eu tenho um compadre que era caçador
Virou pescador por causa da lei
Anda por aí a pescar lambarí
Se pega alguma coisa não sei
II
Quase todo dia sai de madrugada
Mochila pesada, sempre a pedalar
Quando a tarde chega sem pressa
Ele regressa feliz para o lar
III
A minha comadre já está esperando
Que o compadre chegue para os dois jantar
Ele chega pedindo pra ele
Uma gamela pra poder se lavar
IV
Lava as mãos o rosto e penteia o cabelo
E ela com zelo lha traz a toalha
Ele se enchuga e fica contente
Janta e novamente vai ajeitar a "tralha"
V
Amahã cedinho ele vai novamente
Feliz e contente pra outro lugar
Ele vive a vida com muita alegria
Nas suas pescarias sem se preocupar
VI
Quando esta pescando está se divertindo
Ele vive rindo e vai pescar sozinho
Toda pescaria é uma aventura pra ele
Mas é dura pros "lambarinhos"
VII
Quando o dia clareia bem cedo
Os lambaris com medo, veem ele chegar
Sabem que a noite a banha é quente
E vão direto pros dentes
Se não souberem se cuidar
Jandir Bianco, 08/05/2005
domingo, 16 de setembro de 2012
Noite de Luar
I
A moça é bela
E o rapaz lá da janela
Vai e pergunta pra ela
"Eu posso te acompanhar?"
Ela vai indo
Abaixa a cabeça rindo
O rapaz já vai saindo
Pra encontrar em outro lugar
II
Depois de uns passos
Deu o primeiro abraço
Depois beijos e amaçõs
E o amor começou a esquentar
Eles vão procurar um contatinho
De preferência escurinho
Pra fazer a coisa rolar
III
Nada é mais bela
Que uma noite enluarada
O rapaz com a namorada
De mão dada a passear
De madrugada o sereno vem caindo
O casalzinho vai indo
Pro aconchego do seu lar
Jandir Bianco, 19/10/2002
A moça é bela
E o rapaz lá da janela
Vai e pergunta pra ela
"Eu posso te acompanhar?"
Ela vai indo
Abaixa a cabeça rindo
O rapaz já vai saindo
Pra encontrar em outro lugar
II
Depois de uns passos
Deu o primeiro abraço
Depois beijos e amaçõs
E o amor começou a esquentar
Eles vão procurar um contatinho
De preferência escurinho
Pra fazer a coisa rolar
III
Nada é mais bela
Que uma noite enluarada
O rapaz com a namorada
De mão dada a passear
De madrugada o sereno vem caindo
O casalzinho vai indo
Pro aconchego do seu lar
Jandir Bianco, 19/10/2002
domingo, 2 de setembro de 2012
O Vento
I
O vento que vem e passa
É diferente da fumaça
A gente sente e não vê
O vento chacoalha o galho
Derruba a gota de orvalho
Que cai sem saber porque
II
Peguei um punhado de vento
Segurei por um momento
Ele fugiu pelo dedos
Era um ventinho do norte
Se fosse um vento mais forte
Teria ficado com medo
III
O vento suave refresca
Na cidade e na floresta
Ajuda baixando o calor
Temporal forte é tormento
Se vier com padra e vento
Sempre espalha o terror
IV
O vento frio vem do Sul
Com tempo feio ou céu azul
É chamado de Minuano
Fico em volta do fogão
Tomando meu chimarrão
Sentado fazendo plano
Jandir Bianco, 15/09/2005
O vento que vem e passa
É diferente da fumaça
A gente sente e não vê
O vento chacoalha o galho
Derruba a gota de orvalho
Que cai sem saber porque
II
Peguei um punhado de vento
Segurei por um momento
Ele fugiu pelo dedos
Era um ventinho do norte
Se fosse um vento mais forte
Teria ficado com medo
III
O vento suave refresca
Na cidade e na floresta
Ajuda baixando o calor
Temporal forte é tormento
Se vier com padra e vento
Sempre espalha o terror
IV
O vento frio vem do Sul
Com tempo feio ou céu azul
É chamado de Minuano
Fico em volta do fogão
Tomando meu chimarrão
Sentado fazendo plano
Jandir Bianco, 15/09/2005
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